Ex-vereador Marcos Barros passa o bastão para o filho e revela que deseja ser prefeito de Cajazeiras

em 7 de janeiro de 2021

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Ex-vereador Marcos Barros passa o bastão para o filho e revela que deseja ser prefeito de Cajazeiras

Com uma longa e exitosa trajetória política de longos 24  anos como vereador, 14 dos quais como presidente da Câmara Municipal de Cajazeiras, Marcos  Barros passou  o bastão para o filho Lamarque, eleito nas últimas eleições, mas avisa aos seus aliados que “jamais abandonará a política e que deseja ser prefeito da  sua cidade”.

Marcos Barros conta um pouco da sua história política com exclusividade para o BOA NOTÍCIA PB e revela que o segredo das suas eleições consecutivas “foi  honrar os compromissos firmados com o povo”.

Conheça recortes da vida desse sertanejo valente e obstinado, exemplo de homem público a ser seguido, que procedente de família pobre conseguiu se impor com dignidade e respeito no cenário político de Cajazeiras e provar que é possível realizar a boa política.

Confira a entrevista

Durante os 24 anos como vereador, que legado deixou para Cajazeiras e à sua população?

Durante toda a minha trajetória à frente da Câmara Municipal de Cajazeiras, seja como vereador ou presidente, tenho a convicção de que o meu dever e compromisso foram executados com plenitude. Veja bem, enquanto presidente da Casa Otacílio Jurema, eu e meus colegas vereadores a transformamos em um verdadeiro foro de debate. Encontrei a Câmara com sua estrutura física em uma situação inexplicável, sem ter condições de trabalho para os vereadores e para a participação da população nas sessões, então, realizamos uma reforma em toda a sua parte física; envolvendo a secretaria legislativa, o arquivo, a informatização de todo o serviço, a climatização do espaço físico, como também a criação de gabinetes para todos os vereadores — foi um trabalho que fiz à frente do Poder Legislativo com a ajuda dos colegas legislativos e da equipe funcional. Já como vereador, destaco a Lei que regulamenta a questão da disponibilização de pessoal suficiente no setor dos caixas das Agências Bancárias para que o atendimento seja efetivamente em tempo razoável; a Lei da compensação de impostos de ISSQN – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano, ITBI – Imposto Sobre a Transmissão de Bens Imóveis, e Alvará de Construção de praças, por parte da prefeitura para quem fizer um benefício na sua rua com calçamento, arborização, praças, poço artesiano, passagem molhada. Além dos tombamentos ao patrimônio histórico da cidade de Cajazeiras, como o morro do Cristo Rei, o edifício sede do Cajazeiras Tênis, o prédio do Círculo Operário, o Estádio Higino Pires Ferreira. Então, creio que fiz esse trabalho, juntamente com meus colegas vereadores e o executivo, que veio justamente de encontro com toda uma reivindicação da população. Além de tudo a Câmara Municipal de Cajazeiras, talvez seja a única no Brasil que todas as suas votações são abertas, não existe voto secreto lá, e isso foi uma conquista da minha presidência.

Cerca de quantas proposituras apresentou em todo esse tempo e quais os projetos de lei mais destacados?

Apresentei várias proposituras, como falei anteriormente na questão do grande legado que deixei na Câmara. Além das Leis supramencionadas, destaco a da criação do PROCON do Município de Cajazeiras e a da Defesa Civil de Cajazeiras, as quais foram sancionadas a partir dos projetos de lei que apresentei durante o meu mandato de vereador.

O que você queria realizar como vereador, mas não conseguiu?

O que eu gostaria de ter conseguido durante o meu tempo à frente da Câmara Municipal como vereador, era que os requerimentos e projetos do Poder Legislativo fossem atendidos na sua plenitude. Infelizmente o legislador tem a ideia e a iniciativa de criação das leis, mas nem sempre são colocadas em prática, devido o Poder Executivo ser detentor dos recursos para isso. Neste sentido o que eu almejava era que todas as nossas pautas expostas nas sessões tivessem sido atendidas, principalmente a de criação de mais creches, que solicitamos para os bairros da Cidade de Cajazeiras; as de passagens molhadas que não foram criadas; e a da UTI Neonatal na Maternidade de Cajazeiras, a qual foi uma luta constante do legislativo.

Esteve na presidência por 14 anos, o que representou essa vasta experiência de comandar o poder legislativo de Cajazeiras?

Para mim foi uma grande honra representar o Poder Legislativo de Cajazeiras como Presidente todo esse tempo. O que justamente me deixou envaidecido foi a confiança de todos os colegas vereadores, que por vários mandatos me elegeu como presidente da Casa, fazendo assim, um reconhecimento do meu trabalho, do companheirismo e acima de tudo, das nossas firmações e, das melhorias estruturais e funcionais na Câmara. Quero dizer que os colegas sempre depositaram confiança e tranquilidade quando votavam em mim para Presidir o Poder Legislativo. É tanto, que mesmo agora tendo o meu filho como vereador, nós conseguimos ainda através da segurança que os transmito, do meu caráter, e do meu trabalho à frente do Legislativo Cajazeirense, colocar Lamarque como primeiro secretário e como vice-presidente da Câmara no primeiro e segundo biênio, respectivamente. Então para mim foi importante isso, porque eu tenho a certeza e a garantia de que eles confiavam e confiam no meu trabalho. Esses 14 anos do legado de presidente não teria sido possível sem a ajuda de todos os colegas vereadores e do corpo funcional da Casa Otacílio Jurema.

Como foi despertada a vontade de ser político?

Isso era um sonho de jovem, de adolescente. Iniciei justamente nas redes estaduais de ensino, até porque sempre estudei em escola pública, já que minha família nunca teve condições de me colocar em escolas particulares. Logo me despertei como presidente de sala de aula e após fui ser presidente do Centro Cívico do Colégio Estadual de Cajazeiras, inclusive um dos mais bem votados na época, então a partir daí veio à tona essa paixão pela vida pública. Nesse tempo eu trabalhava com meu tio que era sapateiro, e quando ele fazia um conserto numa sandália ou em um sapato, enrolava com jornal e eu ia fazer a entrega do produto, aí quando a pessoa abria o pacote para ver como estava o serviço, ao invés de jogar o jornal fora, eu o pegava e ficava lendo a parte da política daquele momento, que era sobre Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Franco Montoro e eu admirava todos esses políticos a nível nacional, assim fui me sentindo cada vez mais conectado à política. Outro fato que me fez optar pela vida pública foi a situação da minha família de histórico humilde e a minha, eu senti que precisava ter uma voz que nos representasse, não só à minha família, mas também a população cajazeirense que era 80% igual a minha, e precisavam de uma voz autentica na Câmara Municipal.

O que mudou no fazer política há 24 anos e hoje?

Bem, particularmente com relação a minha pessoa, eu continuo com o mesmo propósito com a mesma ideia e com o mesmo pensamento na política, de que é sempre servir, fazer política para servir e não ser servido. O que tem acontecido na maior parte do País é que muitos políticos abandonaram o legado de servir à população e à sua cidade para praticar atos ilícitos através de corrupção, fazendo mau uso dos recursos públicos. Eu passei esse tempo todo como Presidente da Câmara de Cajazeiras, 14 anos, e todas as minhas contas foram devidamente aprovadas. Então, gostaria muito que todos os políticos ativos melhorassem a questão da assistência, do emprego, da saúde e da educação para o povo.

Fale um pouco sobre sua origem. Vem de família tradicional?

Sou de família extremamente humilde. Minha mãe era simplesmente uma lavadeira e passadeira de roupa, uma pessoa do lar; e meu pai era motorista profissional, onde trabalhou na Viação Brasília e Viação Andorinha aqui da cidade de Cajazeiras, sendo que na época ele fazia a linha Cajazeiras a São Paulo e passava quatro a cinco dias dirigindo, com isso houve um desgaste muito grande na sua saúde, acarretando a sua morte precoce e deixando cinco filhos para minha mãe criar. Ela sozinha não teve condições de nos criar, então a minha Vó Materna foi quem praticamente nos educou e a mim particularmente, pois ela me criou. Com isso, eu senti justamente na minha família que precisava de alguém para poder se destacar e ajudar a todos. Então, somos cinco irmãos, um faleceu, o mais velho; tenho mais um irmão homem e três mulheres, minha mãe casou novamente e teve mais uma filha. Eu já sou órfão, já perdi meu pai e minha mãe, e a nossa família não é tradicional na cidade, é uma família vinda da periferia de Cajazeiras, é tanto que minha vó e minha mãe faleceram morando em casa alugada, minha vó faleceu aos 92 anos de idade e nunca teve uma moradia própria. Então a gente procurou fazer sempre o certo e o correto. Eu como político priorizava justamente as políticas públicas e não política particularmente para a família, a gente ajuda dentro do possível, mas sem fazer uma politicagem familiar. Com muita honra, nasci e me criei na Rua São Sebastião, que fica na periferia de Cajazeiras. 

Como avalia o desgaste por que passa a classe política brasileira?

É muito triste o que a gente tem acompanhado através dos noticiários e dos jornais nacionais em relação às prisões de governadores, prefeitos, ministros, secretários de estado, principalmente neste momento que o mundo está vivendo com a pandemia. Ver que estão se aproveitando dos recursos que seriam para investir no combate e prevenção do coronavírus, para salvar vidas, e eles se aproveitam para desviar os recursos públicos. Essa parte da classe política atrapalha e ao mesmo tempo joga todo mundo no mesmo buraco. Mas eu particularmente, graças ao meu bom Deus, estou há 24 anos na política e agora consegui eleger o meu filho, o qual obteve uma votação expressiva, mostrando que o nosso patrimônio é o trabalho realizando de maneira transparente e em benefício de toda a massa cajazeirense. Durmo em paz todas as noites porque nunca levei um centavo de ninguém e, olhe que administrei uma Câmara que recebia mais de trezentos mil reais todo mês. Imagine você multiplicar isso por dois anos? Quatorze anos administrando recursos e com todas as contas aprovadas, isso é motivo de orgulho. É lamentável o que a gente tem visto no Brasil, mas o povo tem dado a resposta a esses gestores que abusam do poder público, eliminando-os da vida pública nos períodos eleitorais.

Esse desgaste é sentido de forma mais direta pelo vereador?

Não vejo o vereador como o penalizado por esse desagaste mais direto, não. O desgaste maior é para com aqueles que são detentores de cargos executivos, como prefeitos, governadores, ministros, secretários, os que têm a caneta na mão para usar os recursos e os desviam para benefícios próprios. Vejo o vereador como um servo do povo, é um servidor da população, esses são os que menos recebem o desgaste porque estão na base, estão sofrendo juntos com a população pela falta da boa prática das políticas públicas, que precisam ser aperfeiçoadas. 

Qual o segredo de se eleger seis vezes vereador?

Se eleger seis vezes consecutivas, vereador, não tem segredo, basta respeitar a confiança do povo e honrar os compromissos que fez com os mesmos, assim obterá vários mandatos com vitória. Sempre respeitei a população e, todas às vezes que me elegi, continuei a mesma luta para prestar serviço na zona urbana e na zona rural, nunca prometi aquilo que não tinha condições de cumprir, fico cara a cara com os meus ex-eleitores, visito as comunidades em que fui votado de cabeça erguida, porque sempre honrei com meus compromissos. Minha vó/mãe já dizia: “Meu filho, ninguém é obrigado a prometer nada, mas se prometer tem que cumprir”.

O que pautou seu trabalho na Câmara, esses anos todos?

O que pautou todo o meu trabalho à frente da câmara como vereador foi realizar um trabalho voltado à educação, à saúde e ao social. Constantemente me preocupei com esses três temas, e formei elos com os educadores, agentes comunitários de saúde da minha cidade, assim como sempre trabalhei pensando no social, fazendo um verdadeiro trabalho voltado para aqueles que mais precisam da nossa ajuda. Quando fui diretor do CSU – Centro Social Urbano de Cajazeiras, eu criei os grupos das mães, dos pais, das crianças e dos idosos, e realizava um trabalho voltado para todas essas famílias. O legado da empatia pelos mais humildes faz parte do meu Ser.

Como observa o distanciamento e o desinteresse da população pela política?

Esse distanciamento se dá estritamente porque os políticos fizeram com que a população perdesse um pouco da credibilidade, da paixão pela política. Na verdade, a classe política fez a população ficar descrente quanto às boas práticas na política, mas eu sinto que principalmente as mulheres podem e estão mudando este cenário, pois elas têm ocupado cada vez mais espaço na política e a gente vem percebendo que a população as veem como uma luz no fim do túnel. Tenho certeza que através das mulheres haverá uma grande revolução na vida pública do nosso país.

Que avaliação faz do governo João Azevêdo?

O governador João Azevêdo, eu não tinha dúvida nenhuma de que iria fazer um grande governo, até porque enquanto secretário sempre se destacou com o comando, realizando projetos relevantes e executando grandiosas obras no estado da Paraíba. Um governador que tem história na sua profissão como engenheiro, como secretário de Município, secretário de Estado, então um homem preparado e que tem administrado a Paraíba com muita responsabilidade, principalmente agora nesse momento que estamos passando com o crescimento muito alto do coronavírus. Ele tem sido uma segurança, uma tranquilidade para os paraibanos frente ao governo, gerindo com seriedade, com competência e acima de tudo aplicando os recursos dos impostos dos paraibanos no bem-estar da população. Nesse momento tão delicado que estamos passando na saúde, ele está ampliando os atendimentos dos hospitais públicos da Paraíba, ampliando o número de profissionais para cuidar principalmente das pessoas que mais precisam nesse instante dos hospitais públicos. João Azevêdo tem dado uma garantia, uma segurança para os paraibanos que necessitam dos atendimentos das UPAs e dos hospitais do Estado, sem perder de vista um investimento que dá na infraestrutura do estado, como asfaltamento, reforma de escolas, e inclusive ampliação de toda a estrutura do Estado, além do compromisso com o pagamento rigorosamente em dia dos servidores, pagamento do abono natalino, do décimo quarto e do décimo quinto dos profissionais de educação. Então é um governador que tem a nossa aceitação, o nosso reconhecimento e que com certeza tem tido de todos os paraibanos.

O que espera da segunda gestão José Aldemir, na Prefeitura de Cajazeiras?

Bem, eu espero que o prefeito reeleito, Dr. José Aldemir, possa cumprir o que prometeu à população de Cajazeiras, principalmente na questão da área da infraestrutura, indo mais aos bairros de Cajazeiras que precisam de saneamento básico e de pavimentação, seja de asfalto ou calçamento. Espero também que ele tenha uma visão mais voltada para a zona rural na questão do corte de terra, no momento certo, já que estamos às vésperas, se Deus quiser, de um grande inverno; que possa ainda dar condições ao agricultor, se possível fornecendo sementes selecionadas para o mesmo; ver as demandas das passagens molhadas; das estradas esburacadas, para poder facilitar a locomoção dos agricultores ao virem para a cidade, quando necessário; e que ele administre muito bem a área da saúde, principalmente fornecendo as condições necessárias à Secretária de Saúde para que a mesma possa realizar um trabalho voltado à testagem de toda a população com relação ao coronavírus, e disponibilizar médicos permanentemente nos postos de saúde do município.

Por que decidiu lançar seu filho, Lamarque, a vereador? Por que não sua filha, Tâmara?

A minha decisão de lançar o meu filho, Lamarque, foi porque ele sempre demonstrou interesse pela política, sempre andou comigo nas minhas atividades políticas aqui em Cajazeiras e sempre evidenciou interesse em participar da vida pública. E aí, eu vi nele uma esperança e também uma pessoa que pode dar prosseguimento à minha trajetória na Câmara Municipal de Cajazeiras, pois é um jovem talentoso, observador, ético, educado, e acima de tudo com humildade para aprender e também servir às pessoas, por essas razões, o escolhi para ser o meu legítimo representante na esfera pública. Já a minha filha, Tâmara, é psicóloga, trabalha como coordenadora de psicologia no Hospital Clementino Fraga, então eu não tive nenhum interesse em trazer uma profissional, que está trabalhando na Capital para vir seguir uma carreira política, tirando dela a sua verdadeira missão de formação, que é psicóloga e ela exerce modesta a parte com muita maestria, com muita competência. Esses foram os motivos que me levou a optar por Lamarque Barros para ser o meu sucessor.

Marcos Barros abandona a política ou pretende disputar vaga para ALPB em 2022?

De maneira alguma vou abandonar a política, sou um político nato, nasci predestinado para ser político e com ética, respeito, seriedade e acima de tudo com compromisso com o povo e com a minha cidade, Cajazeiras, vou continuar trabalhando e fazendo política. O futuro a Deus e a população de cajazeirense pertence, mas serei político eternamente. Eu sinceramente, não penso em me candidatar a deputado estadual, mas tenho sonhos e pretensões futuras que Deus é quem vai me guiar.

Já teve vontade de disputar a Prefeitura de Cajazeiras?

Qual é o filho da terra que não deseja ser prefeito da sua cidade? Sempre foi o meu sonho e sempre será. Eu tenho esse sonho de administrar minha cidade, mas sei que não posso sozinho e apenas com minha vontade ser prefeito. Primeiro preciso que o povo aceite, segundo que o grupo político ao qual eu pertenço acredite e confie em mim para me dar essa oportunidade. Já tive várias chances de ser o candidato a prefeito, mas infelizmente, o grupo que faço parte não me concedeu esse ensejo e eu humildemente adiei o meu desejo para que outras pessoas que tiveram o aval da maioria do meu grupo político fossem os candidatos. Não posso ser candidato passando por cima de ninguém, jamais. Serei um dia candidato a prefeito para governar minha terra, minha cidade quando tiver o respeito, a solidariedade do povo de Cajazeiras e também do grupo político que pertenço.

Qual a principal demanda hoje do povo de Cajazeiras?

A demanda do povo de Cajazeiras é igual de todos os municípios do Brasil, que é a questão do desemprego, esse é o principal ponto negativo, e em segundo lugar está a da infraestrutura, pois o nosso município vem crescendo no alto sertão paraibano e necessita de estradas e ruas melhores.

Que nota dá ao governo Bolsonaro?

O presidente Bolsonaro é um governo inconstante, nós não podemos confiar em seu mandato, porque ele governa por improviso. Um dia diz uma coisa, outro dia diz outra, não tem uma linha de governo, uma linha de programa, de projetos. Eu diria que é um governo que não dá a plena garantia e a segurança que o povo brasileiro necessita. Por outro lado, temos que reconhecer que após a sua entrada como Presidente da República diminuiu mais os atos de corrupção dos ministros e da máquina governamental, nessa parte ele tem sido muito vigilante, colocando pessoas muito próximas, inclusive militares de farda para cuidar de onde tem o maior número de recursos dentro da estrutura de governo, a exemplo, do ministério da saúde que é um general, o ministério das minas de energia é um almirante, o chefe da casa civil é um general. Então ele alocou estrategicamente militares em cargos chaves, neste aspecto tem sido positivo. Daria uma nota 5,0.

Acreditas que é possível a prática da “boa política”?

Acredito sim, na boa política, basta trabalhar voltado em realizar obras para o bem-estar da população e da sua cidade, trabalhar para servir e não ser servido, a boa política é essa. Os recursos públicos dão para trabalhar muito bem e realizar grandes obras para a melhoria de vida da população.

Que mensagem deixa para os novos vereadores que assumiram mandato no último dia primeiro de janeiro?

A mensagem que eu deixo para os meus colegas vereadores e vereadoras que assumiram o mandato no último dia primeiro de janeiro na cidade de Cajazeiras, é que eles trabalhem principalmente com respeito ao povo, que utilizem esses quatro anos de mandato para colocarem em prática as propostas que fizeram durante a campanha, sempre que possível estejam na Câmara, façam um bom debate em defesa da população e do crescimento da cidade, respeitem o seu eleitorado, que foram quem os levaram até à Câmara. Se seguirem esse caminho e fizerem um trabalho voltado para a coletividade e para as políticas públicas, sempre terão do eleitor a confiança para retornarem ao Poder Legislativo. Eu nunca prometi aquilo que não pude cumprir e sempre trabalhei com seriedade e honestidade, por isso, ia de cabeça erguida atrás do apoio das minhas comunidades. Sendo assim, o conselho que eu dou, inclusive é o que estou repassando ao meu filho, é que eles trabalhem honrando os compromissos que fizeram com a população e sejam verdadeiros representantes fiscais da Lei, que trabalhem em prol da população, jamais fazendo um trabalho que possa barganhar com o poder de vereador para si próprio.

Por Vanildo Silva, jornalista, editor do Boa Notícia PB

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