CUIDADO! coordenadora do Procon de Sousa alerta sobre golpes em transferências via PIX; saiba mais

em 29 de abril de 2021

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CUIDADO! coordenadora do Procon de Sousa alerta sobre golpes em transferências via PIX; saiba mais

O novo meio de pagamento eletrônico do Brasil, o PIX, lançado oficialmente em outubro de 2020, tornou-se realidade para milhões de brasileiros. Como trata-se de um aplicativo de fácil manuseio, sem custos e que permite transferências rápidas e gratuitas, além de pagamentos ou recebimentos em menos de 10 segundos, usando apenas de celular, as pessoas aderiram rapidamente a esta modalidade.

Mas, o que deveria facilitar a vida das pessoas agora também virou alvo dos golpistas, que tentam tirar proveito do desconhecimento dos consumidores usando falsos links enviados por e-mail ou pelo WhatsApp.

O golpe se inicia quando criminosos conseguem invadir o WhatsApp da vítima e ativam uma nova conta em outro celular para envio de mensagens. Assim, os golpistas pedem para a vítima acessar um link ou número da chave Pix para “confirmar a transação” e “concluir” a transferência.

O Procon de Sousa alerta que a vulnerabilidade da transação é o grande problema desse novo tipo de serviço. Nessa modalidade, estelionatários conseguem sacar ou movimentar a quantia desejada rapidamente, sem dar chance à vítima perceber que caiu no golpe ou pedir o cancelamento da operação.

A Coordenadora executiva do Procon Sousa, Drª Priscilla Késsia, alertou que esse tipo de transação, que não utiliza plataformas bancárias, torna mais difícil a rastreabilidade do dinheiro e, consequentemente, o ressarcimento.

Drª Priscilla Késsia informou que “O consumidor deve conhecer muito bem o funcionamento do PIX e ter muita cautela antes de efetuar qualquer transação eletrônica. Uma dica é não acessar links de sites desconhecidos ou aplicativos supostamente associados aos PIX, sem que possuam uma plataforma exclusiva. Além disso, deve verificar a chave de transferência e os dados do beneficiário”.

A coordenadora do Procon Sousa também esclarece que, como a maior parte das transferências ocorre por, no máximo, dez segundos, o golpe se torna irreversível. “Os criminosos só precisam de 10 segundos para roubar os dados de suas vítimas. A orientação é recusar toda ligação que chega do próprio número de telefone e o caso relatado, imediatamente, aos contatos e amigos e, por fim, não esquecer de registrar um B.O”, disse Drª Priscilla.

“Orientamos que os consumidores tenham muito cuidado com as chaves PIX e que desconfiem de pedidos de atualização de dados ou informações sigilosas para confirmar qualquer transação, especialmente as que envolvam quantias”, disse a Coordenadora.

Caso o consumidor caia em algum golpe, o primeiro procedimento a ser feito é entrar em contato, imediatamente, com a instituição financeira, que recebeu o pagamento. Caso a instituição não dê tratamento adequado à reclamação, deve entrar em contato com o Banco Central do Brasil, pelo telefone 145, para informar sobre o ocorrido e não esquecer de fazer Boletim de Ocorrência.

Portal Notícia JÁ

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