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A sinceridade de De Bruyne, craque belga, sobre o Sauditão – 22/06/2024 – O Mundo É uma Bola


É bom quando alguém vai direto ao ponto, sem enrolação ou discursinhos “me engana que eu gosto”, em qualquer assunto.

Vale para jogador de futebol.

Nunca me convenceu aquele que, ao deixar um grande centro da bola –como a Inglaterra ou a Espanha–, disse estar indo para a periférica Arábia Saudita em busca de um novo desafio. Balela.

Mesmo com a chegada de nomes famosos –os mais relevantes são o português Cristiano Ronaldo, o francês Karim Benzema e o brasileiro Neymar–, o Campeonato Saudita não deixou de ser desinteressante, com pouco acompanhamento da mídia e dos fãs do futebol.

A ida do CR7 para lá, no começo de 2023, serviu para que soubéssemos da existência do Sauditão, de quem ninguém falava nunca.

Do futebol da Arábia Saudita, sabíamos de quatro em quatro anos, na Copa do Mundo, se a seleção local a disputasse –na de 2022, em enorme zebra, ganhou da Argentina de Messi, que depois se sagraria campeã.

Nesse contexto, o meia Kevin de Bruyne, titular do Manchester City e capitão da seleção da Bélgica na Eurocopa em andamento na Alemanha, deu aula de sinceridade ao comentar uma possível transferência para o Oriente Médio.

“Na minha idade, você tem que estar aberto a tudo”, disse De Bruyne, 32, em entrevista ao jornal canal belga HLN. “Falamos de uma quantidade incrível de dinheiro no que pode ser o fim da minha carreira. Às vezes você tem que pensar sobre isso.”

O governo saudita, que é uma monarquia, apoia clubes de futebol, direcionando-lhes milhões da indústria do petróleo.

Futebolista mais bem pago do planeta, Cristiano Ronaldo, 39, recebe R$ 97 milhões por mês no Al Nassr.

“Se eu jogar lá por dois anos, poderei ganhar uma quantia incrível de dinheiro. Jogo futebol há 15 anos e posso nem ter chegado a esse valor ainda”, declarou o craque belga, um dos melhores do mundo devido à capacidade ímpar de armação, ao ótimo chute com os dois pés, à eficiência nas bolas paradas e à destreza nas assistências.

De Bruyne (pronuncia-se, segundo o próprio, “De Brôna”) tem contrato com o Manchester City até a metade do ano que vem. Seus empresários estão avaliando possibilidades futuras desde já, e a Arábia Saudita é uma delas.

Quando o meia fala “na minha idade”, conclui-se que ele se considera rumando para o período final de sua carreira futebolística, não querendo esticá-la por muitos anos mais, até porque o corpo tem dado sinais de desgaste, com lesões recentes que o afastaram dos gramados.

Possivelmente De Bruyne calcula que, atuando por um clube no Sauditão, possa ganhar um salário mensal similar ao de Benzema, 36, e ao de Neymar, 32, perto de R$ 50 milhões no Al Ittihad e no Al Hilal, respectivamente.

Seria o quádruplo do que ele recebe hoje na Inglaterra. O Man City paga mensalmente ao belga quase R$ 12 milhões por mês.

É o maior salário da Premier League, acima dos do norueguês Erling Haaland (também Man City) e do egípcio Mohamed Salah (Liverpool), de acordo com o site Dailysports, da República Tcheca, que utilizou dados do Capology, especializado em finanças do futebol.

Ou seja, De Bruyne ganha muito bem atualmente, é uma remuneração invejável, o que não o impede de pensar em ganhar mais, muito mais.

Não deixa de ser uma opção gananciosa, pela qual o esportista se propõe a trocar uma competição de primeiríssima linha, de estar rodeado (a favor e contra) pelos melhores, por um campeonato meia-boca, repleto de jogadores medíocres, essencialmente pela grana.

Se acontecer, De Bruyne sairá dos holofotes. O que ele, um jogador bastante discreto e que não faz alarde (nem em campo nem fora dele), considerará até bem-vindo.

Com De Bruyne no Oriente Médio, felizes serão os sauditas que poderão ver seu excelente futebol por algum tempo.

E tristes serão os amantes da Premier League, como eu, que perderemos um cracaço de bola.



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