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Corinthians perde patrocínio, fica sem goleiro e vive caos – 07/06/2024 – Esporte


“O jogador do elenco do Corinthians com mais tempo de atuação como goleiro profissional nas últimas duas temporadas é o zagueiro Gustavo Henrique.”

A frase, que circulou em grupos alvinegros na sexta-feira (7), dá apenas uma pequena amostra do que foi o dia preto e branco. A jornada começou com a notícia de que o goleiro Carlos Miguel, substituto do agora cruzeirense Cássio, também está de saída, deixando como opções os inexperientes Matheus Donelli e Felipe Longo –e o beque Gustavo Henrique, que quebrou o galho no gol em clássico contra Palmeiras.

Pouco depois, a VaideBet anunciou a rescisão unilateral do contrato de patrocínio com o clube, apresentado com pompa, em janeiro, como o maior da história do futebol brasileiro. A decisão minou o presidente Augusto Melo, que é investigado justamente por esse acerto com a casa de apostas e viu mais dois dirigentes importantes desembarcarem de sua gestão: o diretor financeiro, Rozallah Santoro, e o diretor-adjunto de futebol, Fernando Alba, que na prática era o diretor –o titular, Rubens Gomes, o Rubão, já tinha pulado fora.

Enquanto o ambiente fervia na sede social da agremiação, o Parque São Jorge, o estádio de Itaquera estava sem luz. Profissionais da Enel, a empresa concessionária que distribui energia em São Paulo, encontraram dificuldade em um trabalho de manutenção, deixando na escuridão a academia e os demais pontos comerciais que funcionam na Neo Química Arena quando não há jogo.

Era o menor dos problemas, mas foi ilustrativo de um dia de trevas. Só quem estava radiante eram membros da oposição, que farejam a possibilidade de um impeachment.

Por causa de acusações de irregularidade em comissões pagas na assinatura com a VaideBet, já havia desde o mês passado uma lista com assinaturas de 86 conselheiros pedindo o afastamento do presidente. Como são necessários 51 nomes para a abertura do processo, parece haver mera questão burocrática para ele ser instaurado.

O rito prevê, então, uma reunião do Conselho Deliberativo, na qual, para o processo ir adiante, é preciso que haja votos a favor do impedimento de metade mais um dos presentes. O passo seguinte é votação em assembleia geral dos sócios, também com exigência de maioria simples.

Tudo levaria cerca de 90 dias, com um mês para cada etapa, porém já há quem aposte que Augusto Melo renunciará ao cargo antes disso. Ele é pressionado também por uma investigação da Polícia Civil que fragiliza ainda mais sua situação.

O inquérito é a respeito de um pagamento de comissão de R$ 25,2 milhões para a Rede Social Media Design, que pertence a Alex Fernando André, o Alex Cassundé, que atuou na campanha de Augusto. Essa empresa, como revelou no UOL o jornalista Juca Kfouri, repassou parte da comissão para a Neoway Soluções Integradas em Serviço, registrada em nome de Edna Oliveira dos Santos, uma mulher que mora em residência humilde em Peruíbe e nem sabia da existência da empresa.

“O caso é investigado pelo Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC). Diligências estão em andamento visando o esclarecimento dos fatos. Detalhes serão preservados para garantir autonomia ao trabalho policial”, informou à Folha a SSP (Secretaria de Segurança Pública.

Em nota, o Corinthians afirmou que “todas as negociações, incluindo patrocínios, se deram de forma legal com empresas regularmente constituídas”. “O clube destaca que não guarda responsabilidade sobre eventuais repasses de valores a terceiros”, dizia o texto.

A resposta não satisfez a VaideBet, que já tinha enviado uma notificação extrajudicial e anunciou a quebra do vínculo. “Só a dúvida, no crivo ético da marca, já é suficiente para determinar a rescisão”, publicou a casa de apostas.

Augusto Melo, que teve na caótica sexta do Corinthians uma reunião com o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), para tratar da liberação de uma área de estacionamento no entorno do Parque São Jorge, não concedeu entrevista até a publicação deste texto. O clube apenas se manifestou, em nota, sobre o distrato, lamentando que “o maior acordo de marketing do Brasil” tenha sido encerrado “sem que houvesse nenhuma conclusão das investigações relacionadas ao intermediário da negociação”.

O acordo anunciado –R$ 370 milhões por três anos– era o grande orgulho de Melo, que se habituou a aparecer no gramado, como fez na conquista da Copa São Paulo de juniores, e em entrevistas, como fez em múltiplos podcasts, com o boné da VaideBet. Ele não estará com o acessório em sua próxima aparição pública.

E tem outros problemas para resolver.

Por um exótico dispositivo no contrato de Carlos Miguel, a multa rescisória do seu contrato foi de 50 milhões de euros (R$ 285,2 milhões, na cotação atual) em 2023 para 4 milhões de euros (R$ 22,8 milhões) em 2024. O mecanismo foi definido em acerto do goleiro com a gestão anterior, do presidente do Duilio Monteiro Alves, mas Augusto só tentou uma remodelação do compromisso após a saída de Cássio.

Os ingleses Nottingham Forest e West Ham demonstraram interesse no atleta de 25 anos, que avisou: está de saída. Os dirigentes que ainda não partiram, como o executivo Fabinho Soldado, ainda tentam uma improvável reviravolta, mas as opções de momento são mesmo Matheus Donelli e Felipe Longo (e Gustavo Henrique). A diretoria consultou Walter, 36, que já defendeu o Corinthians e respondeu favoravelmente sobre a possibilidade de retornar, mas depende de uma liberação do Cuiabá.

É esse o cenário que encara Augusto Melo, com dificuldade para manter salários em dia —também de funcionários, não só de jogadores, o que não é comum— e para pagar pela aquisição de atletas que já chegaram, como Félix Torres e Rodrigo Garro. O Santos Laguna, do México, e o Talleres, da Argentina, protestaram, e agora o Corinthians luta contra sanções na Fifa (Federação Internacional de Futebol), como o “transfer ban”, que impediria novas contratações para um time encravado na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

A semana alvinegra teve ainda a saída de um garoto-prodígio de dez anos… Ao que tudo indica, para o arquirrival Palmeiras.

“Eu avisei que seria um caos. Caos!”, afirmou à Folha Andrés Sanchez, mentor do grupo político que comandou o clube de 2007 a 2023 e perdeu, com André Luiz de Oliveira, o André Negão, a última eleição para Augusto Melo. “Caos. Eu só não sabia que seria tão rápido.”



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