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Faith Kipyegon corre por tricampeonato inédito em Paris – 07/07/2024 – Esporte


No dia 10 de agosto, às 15h25 (horário Brasília), quando as atletas se alinharem para a final feminina dos 1.500 metros dos Jogos de Paris, no Stade de France, as câmeras de TV de todo o mundo estarão voltadas para Faith Kipyegon.

Um dos principais nomes do atletismo na atualidade, a queniana de 30 anos, que interrompeu a carreira para dar à luz a filha, em 2018, chega à França para fazer história. Prova disso é seu desempenho no Meeting Paris neste domingo (7), quando ela quebrou o próprio recorde mundial nos 1.500 metros e realizou o percurso em 3min49s04.

Ouro na edição do Rio de Janeiro em 2016 e na de Tóquio em 2021, Kipyegon vai em busca do inédito tricampeonato —Tatyana Kazankina, competindo pela então União Soviética, também venceu duas vezes, em Montreal, em 1976, e em Moscou, em 1980. Entre os homens, o britânico Sebastian Coe ficou com o ouro em Moscou e em Los Angeles, em 1984.

No Japão, a queniana não apenas ficou com seu segundo ouro olímpico, como também quebrou o recorde da competição que perdurava desde Seul, em 1988, em uma vitória épica com direito a ultrapassagem na última volta em cima da rival etíope naturalizada holandesa Sifan Hassan.

Em junho de 2023, o fenômeno queniano mostrou que é uma das favoritas ao ouro em Paris ao quebrar o recorde mundial dos 1.500 metros, na etapa de Florença do circuito internacional Diamond League, tornando-se a primeira mulher a correr abaixo da marca de 3min50s, com o tempo de 3min49s11.

Além da terceira medalha olímpica na modalidade, Kipyegon estará na briga pelo pódio na disputa dos 5.000 metros, no dia 5 de agosto —ela venceu as duas provas na seletiva olímpica do Quênia. Embora seja sua primeira vez correndo essa distância em uma Olimpíada, ela está longe de ser um azarão.

Na etapa de Paris da Diamond League, em junho do ano passado, a queniana chocou o mundo ao vencer a prova de 5.000 m e ainda quebrar o recorde mundial com o tempo de 14min05s20, deixando para trás a etíope Letesenbet Gidey, que detinha o recorde desde 2020 e terminou na segunda colocação.

O feito tornou-se ainda mais notável porque Kipyegon não corria a prova desde 2015, sendo apenas a sexta disputa dessa distância em sua carreira. Em setembro, a etíope Gudaf Tsegay bateu o recorde dos 5.000 m com o tempo de 14min00s21.

Kipyegon bateria mais um recorde em julho —o terceiro em um intervalo de menos de dois meses—, na etapa de Mônaco da Diamond League, dessa vez na prova de uma milha (correspondente a 1,609 km). Na ocasião, ela completou o percurso em 4min07s64, baixando em quase cinco segundos o recorde de 2019 de Sifan Hassan.

Em agosto, no Mundial de Budapeste, a queniana ficou com o ouro nos 1.500 m e também nos 5.000 m. Ela é a primeira mulher a vencer as duas provas em uma mesma edição na história da competição. As conquistas em série lhe renderam o prêmio de atleta do ano de 2023 pela World Athletics (federação internacional de atletismo).

Kipyegon, que costumava correr descalça na infância e vem de uma família de corredores, venceu o primeiro de seus três títulos mundiais na prova de 1.500 metros em 2017, aos 23 anos.

No ano seguinte, se afastou das pistas para realizar o sonho de ser mãe, com o nascimento da filha Alyn em junho de 2018, fruto do relacionamento com o também corredor Timothy Kitum, bronze nos 800 metros nos Jogos de Londres, em 2012.

Em junho de 2019, na primeira competição após a licença-maternidade, Kipyegon voltou em grande estilo, ficando com o ouro na etapa da Diamond League de Stanford, nos Estados Unidos. No Mundial daquele ano em Doha, no Qatar, terminou com a prata, perdendo o ouro para Hassan.

Na edição seguinte do Mundial, em 2022, após a pausa forçada provocada pela pandemia de coronavírus, Kipyegon voltou ao lugar mais alto do pódio em Eugene, nos Estados Unidos.

“Sei que muitos atletas pensam que, quando você sai em licença-maternidade, é o fim da sua carreira, mas isso não é verdade. O que importa são as pessoas ao seu redor, seu técnico, sua equipe, sua família. Quando eles te dão suporte, você pode voltar mais forte”, afirmou Kipyegon após conquistar seu segundo ouro olímpico.

“Me sinto mais forte mentalmente e fisicamente por saber que tenho alguém por quem trabalhar, que é minha filha. Quando a vejo, me sinto mais motivada”, disse a bicampeã olímpica. “É muito bom poder mostrar a outras mães jovens que tudo é possível na vida.”



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