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Junho, o mês em que os sonhos olímpicos morrem – 18/06/2024 – Esporte


Antes mesmo de as Olimpíadas começarem, sempre há desgosto. E junho pode ser o mês mais difícil de todos.

Caitlin Clark, a estrela ascendente do basquete feminino, acabou de descobrir que não irá a Paris. Assim como Bill May, cujas esperanças de se tornar o primeiro homem a competir nas Olimpíadas no esporte da natação artística foram frustradas pelo comitê de seleção dos Estados Unidos.

Nas próximas semanas, centenas de atletas —nadadores e corredores, mergulhadores e ginastas, muitos dos quais passaram anos treinando com o objetivo único de representar a equipe dos Estados Unidos no maior palco esportivo do planeta— verão seus sonhos de competir nas Olimpíadas de Paris pulverizados.

Isso porque as eliminatórias dos Estados Unidos em esportes como natação, ginástica e atletismo podem ser as mais ferozes de todos, com um requisito impiedoso para vagas olímpicas: desempenhe bem, ou fique em casa.

Nas eliminatórias de atletismo norte-americanas, que são um festival de alegria e tristeza de dez dias que começa na sexta-feira (22) em Eugene, Oregon, os três primeiros colocados em cada evento se classificarão para Paris —desde que esses atletas tenham atingido o padrão olímpico. Portanto, mesmo para alguém como Elle St. Pierre, que tem os melhores tempos do país este ano nos 1.500 m e 5.000 m, não há desculpas ou segundas chances. Ela sabe que precisa estar no seu melhor.

Nos 1.500 m, algumas das oponentes mais difíceis de St. Pierre são duas de suas parceiras de treino: Emily Mackay, medalhista de bronze no evento nos campeonatos mundiais indoor em março, e Heather MacLean, ex-campeã nacional indoor que representou os Estados Unidos ao lado de St. Pierre nas Olimpíadas de Tóquio.

Mark Coogan, o treinador delas na equipe New Balance Boston, lembrou-se de uma conversa recente com St. Pierre, a atual campeã mundial indoor nos 3.000 m.

“Sei que todos estão no mesmo barco”, disse St. Pierre. “Mas é uma loucura quanto você tem que provar seu valor neste esporte para ir às Olimpíadas como americano.”

Coogan entende. Em 1992, ele foi um dos melhores corredores do país na corrida com obstáculos, uma prova exigente que combina 3.000 m de corrida com saltos na água e barreiras na altura da cintura. Mas poucas semanas antes das seletivas dos EUA para os Jogos de Barcelona, ele sofreu uma distensão no tendão da coxa. Não foi uma lesão grave.

“Mas acho que isso me quebrou mentalmente”, disse ele.

Coogan teve dificuldades nas seletivas e não conquistou uma vaga nas Olimpíadas.

A decepção o acompanhou por vários anos. Foi só quando entrou para a equipe olímpica dos Estados Unidos como maratonista, em 1996, que ele sentiu uma sensação de alívio.

As eliminatórias de natação dos Estados Unidos, que começaram no sábado (15), em Indianápolis, são ainda mais acirradas: apenas os dois primeiros colocados em cada evento geralmente garantem vagas na equipe olímpica.

Alex Walsh, medalhista de prata no individual medley feminino de 200 m nos Jogos de Tóquio, disse que muitos potenciais atletas olímpicos agora incluem exercícios mentais e sessões com psicólogos esportivos em seu treinamento para se preparar melhor para a pressão das eliminatórias, que neste ano estão sendo realizadas dentro de um estádio de futebol.

Lá, Walsh disse, “você pode ouvir a multidão gritando”. “O barulho está sacudindo o vestiário sob as arquibancadas. É para fazer sua adrenalina subir por um motivo —eles querem ver quem pode se sair melhor sob pressão; dessa forma, os Estados Unidos enviam a melhor equipe olímpica possível. Mas, se você se poupar até aquele momento para tentar se preparar mentalmente, você vai falhar”, afirmou.

E não se esqueça das eliminatórias de ginástica dos Estados Unidos, um evento decisivo no final do mês. No lado feminino, espera-se que Simone Biles garanta a única vaga olímpica automática, que vai para a maior pontuadora no geral após dois dias de competição. Os Estados Unidos têm muitas ginastas de elite, mas Biles, 27, é considerada a melhor da história do esporte.

Os dirigentes da equipe escolherão as quatro vagas restantes, que provavelmente serão para as atletas que terminarem de segundo a quinto no geral (embora isso não seja garantido). Essa incerteza e as altas apostas colocarão uma quantidade extrema de estresse sobre ginastas como Sunisa Lee, a atual campeã olímpica no geral.

Enquanto competia pela Auburn University no ano passado, Lee teve diagnóstico de duas doenças renais, mas ela espera fazer parte de sua segunda Olimpíada consectuva. “O tempo está realmente curto para nós agora”, disse recentemente Jess Graba, seu treinador, em referência à sua estreita de preparação para as seletivas.

Para alguns aspirantes olímpicos, o sonho já acabou. Bill May se recusou a tecer comentários após a decisão da equipe de natação artística dos Estados Unidos de deixá-lo de fora do elenco para Paris. Mas, em uma entrevista anterior, enquanto ainda aguardava para saber quais dos 12 atletas da equipe seriam escolhidos para competir, ele falou sobre o estresse do processo, especialmente porque a equipe era muito unida.

Todos os 12 atletas passaram mais de um ano treinando juntos, oito horas por dia, seis dias por semana.

May também disse que, se fosse deixado de fora da equipe, a decisão teria repercussões além de sua própria carreira.

“Seria uma oportunidade perdida”, disse ele, acrescentando: “Finalmente ter a chance de introduzir homens nos Jogos Olímpicos, saber que o esporte é inclusivo, mas não ver essa representação —é quase como um tapa na cara”.

Quanto a Clark, sua reação à notícia de que não iria para as Olimpíadas com a equipe feminina de basquete dos Estados Unidos foi um encolher de ombros.

“Honestamente, sem decepção”, disse ela. “Isso apenas me dá algo pelo que trabalhar.”



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