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Marta e companhia jogarão Olimpíadas para restaurar imagem – 05/07/2024 – O Mundo É uma Bola


A lembrança mais recente que tenho da seleção feminina de futebol é das piores.

Sob o comando da sueca Pia Sundhage, treinadora de currículo respeitado, esperava-se uma campanha marcante na Copa do Mundo de 2023, disputada na Austrália e na Nova Zelândia.

Marcante até foi. Mas negativamente.

Depois de golear o Panamá (4 a 0) e de perder da França (2 a 1), o Brasil precisava passar pela Jamaica para avançar para os mata-matas.

Era favorito. Só empatou, sem gols. Caiu precocemente. Decepção.

O desempenho inesperadamente fraco resultou na saída de Pia e na chegada, merecida, de Arthur Elias, técnico do Corinthians, incontestavelmente o melhor time do país.

Desde que assumiu a equipe, no segundo semestre de 2023, Arthur Elias a comandou em 15 partidas, entre amistosos, Copa Ouro e Copa SheBelieves. São dez vitórias, dois empates e três derrotas (duas delas em amistosos).

Os empates, ambos por 1 a 1, aconteceram na Copa SheBelieves, nos EUA, em abril deste ano, e resultaram em disputa de pênaltis. Derrota para o Canadá e vitória sobre o Japão, que rendeu o terceiro lugar.

Antes, em fevereiro e março, também em solo norte-americano, na Copa Ouro, depois de cinco vitórias (Porto Rico, Colômbia, Panamá, Argentina e México, com 15 gols a favor e 1 contra), veio a final, contra os EUA, e a derrota por 1 a 0.

Até aqui, apesar de nenhum título conquistado em duas oportunidades, Arthur Elias tem crédito.

Que poderá ser ampliado ou totalmente perdido a depender da performance nos Jogos Olímpicos de Paris, que começam no fim deste mês.

Nas Olimpíadas francesas, todos os olhos dos brasileiros no futebol estarão nas mulheres, já que os homens (com Endrick e companhia) miseravelmente não se classificaram.

Naufragar na primeira fase não é aceitável, e a expectativa é que a seleção, que acumula duas pratas olímpicas (Atenas-2004 e Pequim-2008), esteja na disputa de uma medalha, a de bronze que seja.

“Vamos para a Olimpíada com o objetivo de buscar uma medalha”, adiantou Arthur Elias, alimentando alguns anseios. O meu anseio, também adiantando, não é gigantesco.

Na convocação das 18 atletas, divulgada nesta semana, o técnico incluiu nove do grupo de 23 que falhou na Copa do Mundo na Oceania: a zagueira e capitã Rafaelle, as laterais Antonia e Tamires, as meio-campistas Duda Sampaio e Ana Vitória e as atacantes Kerolin, Adriana, Gabi Nunes e Marta.

Sim, Marta, 38, a melhor jogadora da história do futebol brasileiro, seis vezes eleita a melhor do mundo (2006 a 2010 e 2018), continua no time e, mesmo muito longe do auge, está prestigiada pelo treinador.

“A Marta, a maior atleta de todos os tempos, tem uma representatividade muito grande. Dentro e fora de campo. Ela está jogando muito bem, fez por merecer esta convocação”, disse Arthur Elias.

Representatividade, de fato, Marta tem. O que não serviu absolutamente de nada na Copa do Mundo de 2023, na qual ela jogou pouco (média de 34 minutos por partida) e mal (sem grandes jogadas, sem gols, sem assistências).

Neste ano, pelo Orlando Pride (EUA), a Rainha do Futebol atuou em 12 partidas, com média de 73 minutos em campo, e soma quatro gols e uma assistência. Números medianos, contudo suficientes para convencer o treinador do Brasil.

Para a restauração da imagem seriamente arranhada na Copa do Mundo, Arthur Elias aposta alto em jogadoras com as quais trabalhou no Corinthians.

Das 18 olímpicas, 6 atuam pelo alvinegro paulistano: as laterais esquerdas Tamires (experientíssima e que também pode atuar no meio-campo) e Yasmin, as meio-campistas Duda Sampaio e Vitória Yaya e as atacantes Gabi Portilho e Jheniffer.

Tamires, como titular, e Duda Sampaio, na reserva, estiveram no Mundial da Austrália e da Nova Zelândia.

Na sua lista para as Olimpíadas francesas, Arthur Elias incluiu seis atacantes além de Marta, porém optou por deixar fora duas das mais experientes com a camisa da seleção.

Preteridas, Cristiane, 39, e Debinha, 32, são respectivamente a segunda e a terceira maior artilheira da história do Brasil, atrás somente de Marta.

Caso o ataque se mostre pífio na França, críticas pela ausência das duas serão despejadas sem dó na cabeça de Arthur Elias.

No futebol feminino dos Jogos Olímpicos, participam 12 seleções, divididas em três grupos de quatro. Classificam-se oito equipes para as quartas de final –as duas primeiras de cada chave mais as duas melhores terceiras colocadas.

O Brasil tem pela frente, nesta ordem, Nigéria (dia 25), Japão (dia 28) e Espanha (dia 31).

Superar as nigerianas, inferiores tecnicamente, será vital para as pretensões de avançar na competição, já que japonesas e espanholas (atuais campeãs mundiais) são adversárias dificílimas.



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