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PF encaminha relatório com depoimentos de paraibanos da extrema direita ao ministro Alexandre de Moraes


A Polícia Federal enviou ao STF, na tarde desta quarta-feira (7), o relatório de oitivas de políticos paraibanos de extrema-direita sobre os atos de 8 de janeiro em Brasília.

Foram ouvidos o comunicador Nilvan Ferreira, o deputado estadual Walber Virgolino (PL), o deputado federal Cabo Gilberto (PL), a vereadora Eliza Virgínia (PL) e a suplente de deputado federal Pâmela Bório.

Agora, o Ministro Relator, Alexandre de Moraes, deve determinar que a Procuradoria da República se pronuncie, podendo denunciar criminalmente os investigados por suspeita de envolvimento nos atos terroristas contra os prédios sedes dos Três Poderes.

A representação criminal contra os paraibanos extremistas, assinada pelo advogado Olímpio Rocha, foi protocolada pelo PSOL da Paraíba junto ao STF.

 

Nilvan Ferreira

Afirmou que estava num restaurante; publicou um vídeo em seu Instagram com as pessoas subindo na rampa do Planalto. Questionado sobre a frase “O povo tem força e não vai aceitar a morte da nossa liberdade”, afirmou que queria reforçar a luta pela liberdade do povo de se expressar, e que isso não teria nenhum nexo com a quebradeira que ocorreu depois. e inclusive, tirou sua própria publicação do ar. Ele também afirmou que não enviou dinheiro ou ajudou de alguma forma as pessoas que estavam em Brasília no dia 8 de janeiro, e mais, que não tinha contato próximo com ninguém que estava lá.

Eliza Virgínia

Só ficou sabendo do que estava ocorrendo em Brasília por volta das 17h, mas fez uma publicação em seu Instagram como forma de informar aos seus seguidores. Questionada sobre a frase “Isso é resultado de esticar a corda!! Nem todo mundo aguenta injustiças quieto! O povo no Congresso protestando!”, quis dizer que as pessoas estavam em frente aos quartéis e ninguém resolveu a situação. Diz que nunca foi favorável a qualquer invasão, vandalismo ou violência. Ela também afirma não ter enviado dinheiro ou ajudou de qualquer forma as pessoas que estavam no dia 08 de janeiro em Brasília, que nunca teve contato próximo com as pessoas que estavam na frente dos quarteis, justamente por ser urna pessoa pública.

Wallber Virgolino

Afirmou que por volta das 14h, após retornar para sua casa de praia, decidiu publicar alguns vídeos retirados da internet, como exemplo, site da Jovem Pan e CNN, com a seguinte legenda: “Toda honra e glória seja dada a Deus!’, pois SUPREMO é DEUS, sempre foi e sempre será. Que não teve conhecimento prévio de qualquer movimento de pessoas se deslocando para Brasília para participar dos atos do dia 08, que jamais auxiliou financeiramente ou logisticamente os ataques ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal; que não conhece ninguém que foi preso ou esteja envolvidos nos atos.

Pâmela Bório

Chegou atrasada, pois havia chegado em Brasília, por volta das 13:15h, e inicialmente se dirigiu à casa de
parentes para se acomodar e se alimentar. Por volta das 17h30 foi de Uber, sozinha, até o local das manifestações. Até então não estava ciente do que estava acontecendo, mesmo porque estava cm deslocamento; Foi até Brasília de ônibus fretado, em férias, junto com seu filho de 12 anos.

Conseguiu a vaga de uma amiga que desistiu de ir, de quem a declarante comprou as passagens, no valor de RS 400,00 cada; Não se recorda do nome da empresa a qual pertencia o ônibus fretado. Reitera que até então não sabia que houvera qualquer tipo de invasão a áreas restritas, pois
não estava acompanhando pela televisão ou redes sociais;

  • (o advogado pediu a palavra para registrar que a senhora Pâmela tem um diagnóstico de transtorno do espectro de autismo, o que por vezes pode afetar sua percepção de tempo, espaço e compreensão da realidade; acrescenta que a viagem a Brasília também foi motivada pelo diagnóstico do filho da declarante que possui TDAH, sendo que, nessa ocasião, a declarante foi surpreendida pelo próprio diagnóstico de transtorno do espectro de autismo)

Quando os policiais começaram a lançar as “bombas de gás”, a declarante imediatamente se retirou do local, como uma reação inclusive decorrente de seu diagnóstico, uma vez que não possuía condições de enfrentar a situação de conflito que se delineou; Que não sabe informar quanto tempo passou no local, mas apenas que quando percebeu o que estava ocorrendo, voltou para casa; Que não sabe informar quem foram os organizadores ou financiadores da viagem de João Pessoa até Brasília; Que além de seu filho de 12 anos, que a acompanhou em férias e tratamento médico, ninguém mais a acompanhou na viagem ou realizou a viagem a seu convite; Que dentro de sua compreensão, a declarante não chegou a adentrar em nenhuma área restrita ou proibida aos manifestantes, e não tinha conhecimento de que outros manifestantes haviam adentrado lá, tampouco viu qualquer invasão, depredação ou dano ao patrimônio público, mas apenas as manifestações no que considera área pública.

Cabo Gilberto

Usou seu direito constitucional de se manter em silêncio.





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