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Tempo de Copas juninas – 10/06/2024 – Sandro Macedo



Mês de junho é sempre aguardado com ansiedade. Tem paçoca, canjica, quadrilha, quentão e balão. Mas não gostamos de balão.

Neste ano, também é mês de Copa América e Eurocopa. Isso porque a Euro acontece a cada quatro anos, e a última, prevista para 2020, foi adiada para 2021 por causa da Covid.

Já a Copa América acontece a cada vez que a Conmebol tem uma comichão ou que os Estados Unidos levantam o dedinho —os Estados Unidos levantaram o dedinho. As últimas foram em 2019 e 2021. Não é conveniente tentar entender a periodicidade da competição.

Como a Copa América só começa no dia 20, temos uma semana só de Eurocopa —pensando apenas no futebol de seleções, já que o Brasileirão é imparável.

A Euro começa na sexta (14), na Alemanha, com a seleção local recebendo a Escócia em Munique, terra da cerveja e, portanto, bom lugar para se ganhar ou se perder um jogo. Escoceses ficarão bem.

Existe um climão gostoso de Copa do Mundo na Euro —algo que raramente se vê na Copa América.

Para começar, tem o organizado calendário, já citado. Conquistar uma Euro pode ser tão difícil quanto ganhar o Mundial. Ao mesmo tempo, vencê-la não coloca a seleção no topo do mundo. Veja a Itália, campeã de 2020, nos pênaltis, e fora da fase de grupos das Copas de 2018 e de 2022. Quase uma aberração.

Os estádios estarão lotados, e não só nos jogos de Alemanha, França ou Inglaterra. Pode apostar em casa cheia para Hungria x Suíça, em Colônia, ou Turquia x Geórgia, em Dortmund.

Este humilde escriba é tão ingênuo que acredita piamente no título para a Inglaterra (culpa da Premier League), que, com toda a sua tradição, nunca venceu a Euro. Ainda assim, dez países ganharam a competição, tornando-a mais democrática do que a Copa do Mundo (que tem oito vencedores).

Depois de perder em 2020 nos pênaltis, a seleção do rei Charles 3º chega com seus jovens mais experientes, como Saka e Foden. No meio, a dupla Bellingham e Declan Rice deve dar o que falar. Os laterais Alexander-Arnold, Trippier e Walker estão entre os melhores do mundo. Só precisa esquentar o pé iceberg do atacante Harry Kane e manter os Rolling Stones em turnê.

Especialistas mais espertos e bem pagos do que este escriba apontam a França, do glorioso Mbappé, como principal candidata. Já a Alemanha joga em casa e tem a melhor grife no banco de reservas, com o jovem técnico Julian Nagelsmann —na Europa, normalmente, técnico só vai para a seleção quando perde prestígio. Aqui, é quando ganha.

E quem pode deixar a atual campeã e sempre pragmática Itália de fora numa lista de postulantes ao título? Ou a jovem Espanha? A técnica Holanda? E que tal o canto do cisne de Cris Ronaldo com Portugal? Ou a incrivelmente pé no saco geração já deu o que falar da Bélgica (sem Courtois)?

Na dúvida, anote aí a estreia do técnico Sylvinho na Euro. Sim, ele mesmo. No dia 15, sua Albânia tem tudo para fazer mais barulho do que os italianos em Dortmund. Na Albânia, a farra acabou faz tempo.

Já no dia 20 começa a Copa América, com o curioso Argentina x Canadá. Aqui, ao contrário da Euro, não imagino Peru x Chile ocupando os 80 mil lugares do estádio do Dallas Cowboys; ou Equador x Venezuela lotando a arena do San Francisco 49ers. Seria o americano tão curioso assim?

A Copa América tende a ficar interessante apenas na fase final. Brasil, Argentina, Uruguai e Colômbia podem dar um bom caldo, quiçá uma surpresa mais do norte.

Certo mesmo é que o torcedor do Real Madrid estará na dúvida se já é hora de torcer para o francês Mbappé, para o alemão Kroos ou para o inglês Bellingham. Na Copa América é mais fácil apoiar o Brasil, com o trio Vinicius Junior, Rodrygo e Endrick. E dizem que o Real é espanhol.


E, por fim, mas não menos importante, um recado de amor para Paula e Hortência, que no Dia dos Namorados celebram 30 anos do título do Mundial, a maior façanha do basquete feminino, que antes nunca tinha visto uma seleção fora EUA ou URSS no alto do pódio… 1994 foi um ano louco mesmo.



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