Cultura

Travessia: A arte que cura e o reencontro com a memória de Érica Duarte

Redação
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A dança tem o poder singular de expressar o que as palavras, por vezes, não conseguem alcançar. É sob essa premissa de emoção, memória e reencontro que a Cia de Dança Marcelo Fiúza anuncia a reapresentação do espetáculo “Travessia – o que fica em nós”.

Mais do que uma performance técnica, o espetáculo carrega o peso e a leveza de ser uma homenagem profunda a Érica Duarte. O projeto se tornou um ponto de convergência para amigos, ex-bailarinos e admiradores, provando que a arte é capaz de reunir pessoas mesmo após longos períodos de distanciamento.

Quando a memória se torna movimento

A essência desta “Travessia” pode ser compreendida através do relato emocionante de @a.ceciliany, que retornou aos palcos após um hiato de 14 anos movida pelo desejo de honrar esse vínculo eterno. O seu depoimento captura a alma do espetáculo:

“Voltar a dançar depois de 14 anos não estava nos meus planos… mas o amor, a saudade e a memória têm um jeito único de nos conduzir de volta ao que realmente importa. Ontem, eu não dancei por acaso. Dancei por você, Erica. […] A vida seguiu, nos afastou, mudou caminhos… mas, no fim, você conseguiu o que sempre fez tão bem: reunir todo mundo de novo.”

O depoimento de Ceciliany nos lembra que o tempo não apaga os laços verdadeiros; ele apenas os transforma. Para o público, assistir a “Travessia” não é apenas prestigiar uma companhia de dança, mas testemunhar um ato de amor coletivo, onde cada passo é uma forma de manter viva a presença de alguém especial.

Programe-se

Para quem deseja prestigiar esta celebração da vida e da saudade, a Cia de Dança Marcelo Fiúza convida a comunidade para uma nova apresentação no Teatro ICA.

  • Evento: Reapresentação do espetáculo “Travessia – o que fica em nós”

  • Homenagem: Érica Duarte

  • Data: 29 de abril

  • Horário: 20h

  • Local: Teatro ICA

  • Entrada: Gratuita

Não perca a oportunidade de viver essa emoção. O espetáculo promete ser, acima de tudo, um lembrete do que realmente importa: as conexões humanas que permanecem, independentemente do tempo ou da distância.