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Trocar o tênis a cada 600km!? Nem a pau – 08/07/2024 – No Corre


Considerando que o objetivo principal de qualquer empresa no regime capitalista é gerar lucro, seja para acionistas, seja, mais contemporaneamente, para stakeholders –o que quer que isso signifique–, não é de surpreender que os fabricantes de calçados esportivos inventem mitos, narrativas e conversas-para-boi-dormir com o intuito de empurrar seus lançamentos.

Uma delas, sem origem determinada, repetida entra editor sai editor da revista “Runner’s World”, e bovinamente aceita pelo consumidor, é a de que os tênis duram cerca de 600 quilômetros.

Trata-se de uma falácia da mesma natureza de outra mais em voga, a de que um tênis pode devolver “responsividade” para a passada de um corredor amador e fazer, como que por milagre, que baixemos uns bons 10 segundos de nosso ritmo por quilômetro.

Como já disse na estreia desta coluna, há priscas eras: conta outra.

Dizer que um tênis de corrida, cujos compostos podem diferir razoavelmente entre as muitas marcas, dura um número preciso de quilômetros é, de cara, um arredondamento grosseiro.

Para um corredor que roda uns 20 ou 25 quilômetros semanais, isso significaria empenhar de R$ 500 a R$ 2.000 pratas a cada cinco ou seis meses. Pelamor.

Na minha última década, década e meia de cascalho, tive um bom número de pares de tênis, alguns deles ofertados pelos fabricantes em função de minha atuação à frente do persistente site Jornalistas que Correm. Todos aguentaram muito mais do que seis meses, mesmo com rodagens mais expressivas do que esses 20 a 25 km semanais citados acima.

(Momento Tássia, de “Tássia Achando”, como diria o publicitário Riq Freire:) Nesta semana, excepcionalmente sem as duas sessões de treinamento funcional, vou bater nuns 60km.

Mas há um senão importante neste meu discurso.

Antes mesmo desses 600km, diversos tênis, de diferentes modelos, romperam o cabedal na altura do dedão do pé esquerdo. Isso aconteceu com três modelos diferentes do Fila KR (de Kenya Racer) e no keds que eu venho usando atualmente, o da On Running.

Mas a não ser por razões estéticas, limar todo o equipamento só porque a unhona se diz presente como um timoneiro num barco a remo –para piorar utilizo diversas meias que são abertas na extremidade–, é um total contrassenso.

Enquanto só o polegar está no quadro, o tênis fica comigo.

Mas que as empresas de calçados esportivos poderiam dar atenção ao cabedal em vez de a cada lançamento colocar mais 10 centímetros de entressola –volta, Nike Free 0.0–, ah isso poderiam.



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