Carnaval vai do fim da farra olímpica à farra de Taylor Swift – 12/02/2024 – Sandro Macedo

Carnaval vai do fim da farra olímpica à farra de Taylor Swift – 12/02/2024 – Sandro Macedo


O Carnaval foi esportivamente agitado em várias modalidades, muitas olímpicas. A delegação do Time Brasil provavelmente será menor em Paris-2024 do que em Tóquio-2020… ou 21; cortesia do futebol masculino. Mais uma para a conta da gestão do presidente Ednaldo Wonka Rodrigues, que administra a seleção como uma fábrica de gostosos chocolates.

Ednaldo teve algumas dicas para perceber que faltava (e muita) consistência ao trabalho do professor Ramon Menezes. Mas manteve o míster responsável pelo time olímpico. O trabalho no Mundial sub-20 já tinha deixado a desejar —eliminação para Israel nas quartas de final.


No quadrangular final do Pré-Olímpico, eram duas vagas para quatro postulantes: Brasil, Argentina, Paraguai e Venezuela. O Brasil só precisava empatar com a Argentina na última rodada. Em mais um jogo ruim, perdeu. Franceses não verão nos Jogos Endrick, Gabriel Pec, John Kennedy, Andrey e outros jovens talentosos. Kennedy, autor do gol do título do Fluminense na Libertadores, foi colocado no banco no jogo decisivo. Ramon queria surpreender. Conseguiu.

No pódio desde 2008, o futebol masculino representava obviamente uma chance clara de medalha. Não mais. Ramon disse após o fiasco que confia nesta geração. Este humilde escriba também confia, só não confia em Ramon.

Já a eliminação do basquete feminino não chegou a surpreender. É uma seleção em reconstrução, que carece de talentos. Érika, aos 41 anos, ainda é titular da equipe, que perdeu as três partidas no Pré-Olímpico. O basquete feminino já tinha ficado fora de Tóquio.

Ainda em pleno Carnaval, recebemos a notícia de que o surfista campeão Filipe Toledo vai dar um tempo na carreira para tratar da saúde mental. Mas continua focado na Olimpíada.

Também no domingo (11), o queniano Kelvin Kiptum, recordista mundial da maratona e com apenas 24 anos, morreu após sofrer um acidente de carro. Kiptum era apontado como um dos favoritos ao ouro nas ruas de Paris.


E guarde o nome Zhanle Pan. No Mundial de natação, o chinês surpreendeu ao bater o recorde mundial dos 100 m na abertura do revezamento 4×100 (a marca de quem abre a prova, saltando do bloco, é válida). Com 46s80, Pan bateu o recorde de 2022, do romeno David Popovici, que antes havia quebrado a marca de Cesar Cielo.


Farra de Taylor

Taylor Swift continua o nome do momento, em qualquer área. Dizem que a bela estrela pop, apoiadora do democrata Joe Biden, pode ser fundamental até na eleição americana. Também está na conta de Taylor alguns números superlativos de audiência na última temporada da NFL —Taylor namora o jogador Travis Kelce, do Kansas City Chiefs.

Depois de fazer um show em Tóquio, a jovem encarou um longo voo para prestigiar o namorado no Super Bowl, em Las Vegas. Apareceu no telão várias vezes, virou lata de cerveja (será que tinha álcool?), comemorou a vitória e beijou o namorado no estilo pegação em camarote na Sapucaí. Um arraso. E já tem show na Austrália na sexta. Taylor é olímpica.


Tudo bem que o Kansas tem um timaço e o melhor quarterback dos últimos anos (Patrick Mahomes). Mas vamos colocar na conta da Taylor, é mais legal.

E se Taylor está feliz, o Corinthians fica feliz —todo mundo sabe da ligação cientificamente comprovada entre a cantora e o Timão. Enquanto Taylor estava na farra de Las Vegas, o alvinegro acabava com a farra dos rivais no Paulista.

Para derrubar a Portuguesa, o Corinthians trouxe um técnico português para chamar de seu, António Oliveira. É só a sétima rodada e o alvinegro não vai cair. Mesmo assim, Yuri Alberto se emocionou deveras com o gol da vitória de domingo. Parecia que tinha vencido o Super Bowl.



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